20 dezembro 2007

Ê, seu Chico...

Hoje é o dia em que "comemoramos" o aniversário de morte dele, umas das figuras mais engraçadas que já conheci.
Esse homem devia ter ido pra TV, viu...
Comemorar não é bem a palavra. Mas tb não encontrei outra.
Não é o dia em q lembramos q ele se foi, porque isso nos lembramos sempre. Toda vez que escutamos uma risada escrachada, uma roubada no carteado, ou outra traquinagem qualquer.
Dia desses eu estava contando para uma amiga sobre o dia em que andávamos pelas ruas de Prudente, eu, ele e minha mãe. De repente, ele ia atrás de um carro, abria o porta-malas e exclamava: "- Ih, deixou aberto!". Batia o porta-malas e continuava caminhando, até encontrar outro carro e fazer a mesma coisa.
Eu me matava de rir no meio da rua, enquanto minha mãe tinha uma síncope nervosa e caminhava mais rápido, para não ser vista ao lado de 2 doidivanas. Hahahaha...
Ah, se ela soubesse q ele iria tão logo...talvez o tivesse ajudado a abrir mais porta-malas.
Se imaginássemos a falta que ele iria fazer, nos preocuparíamos menos com as "artes" dele, e mais em rir das doideiras.
Mas acho que a família toda aproveitou bem, viu. Rimos demais com ele. E pior, eu mesma tive crises recorrentes durante o velório do próprio. As pessoas não sabiam se riam ou choravam de me ver naquele estado...
Ah, ditian...quanta falta o senhor nos faz...
Quanta saudade eu sinto do seu inhame, da sua gargalhada, do seu baralhinho, das suas travessuras...e da sua sabedoria de vida...
Estou até agora esperando aquele pintado que o senhor disse que pescaria e faria na inauguração do hotel.
Três anos de uma longa espera...

10 dezembro 2007

Estava aqui feliz por receber alguns depoimentos no orkut...
Coisa mais besta essa de Orkut, né? Uma cretinice sem tamanho ficar expondo sua vida, seus momentos, suas fotos...mas admito que sou viciada naquela cretinice! rs...
É como essas pessoas viciadas em Big Brother. Só que acho mto mais útil vc saber da vida dos amigos e afins do que da vida de neguinho que não significa nada pra mim.
Mas voltando à minha alegria do dia, então...recebi depoimentos de amigos.
Parece uma tremenda besteira, mas é bom demais saber o que pessoas queridas pensam de você.
Mesmo nos olhando no espelho diariamente, acredito que uma pequena parcela da população consiga se enxergar como REALMENTE é. Sem máscaras pra si mesmo (pq costumamos nos enganar com frequência, até inconscientemente).
Voltando ao raciocínio, pois bem. Me vi feliz em saber que os amigos me vêem como uma pessoa boa, batalhadora etc. Tá, pode ser o amor que os faz enxergar-me assim, mas prefiro acreditar que pessoas de fora enxergam melhor nossas qualidades e defeitos.
Em momento como esse, onde se faz necessária a massagem no meu ego, o carinho, a alimentação da minha auto-estima, fico extremamente feliz por ter amigos tão fiéis e queridos como tenho.
A vida, com todas as suas adversidades, se mostra cada vez mais generosa comigo. Me aponta caminhos e personagens que me fazem crescer cada dia mais. E me fazem também agradecer de joelhos ao Todo-Poderoso (e que não é o Timão...hahaha...) a alegria de ser cercada de carinho e cuidados como sou.
Apesar da solidão bater às vezes, de eu insistir em me achar feia, chata e o diabo à quatro, de muitas vezes eu mesma boicotar minha felicidade (inconscientemente, com certeza), toda a vida que me cerca me força a enxergar o quão maravilhosa é a vida.
Não adianta, babe...se você insistir em ser triste, eu te proíbo!

05 dezembro 2007

Tired...

Hoje estou cansada.
Das palavras. Das juras. Juras de amor e de amigo.
Juras de um emprego melhor, de um final de semana de sol, de viagens que não saem do papel.
Estou cansada.
De pessoas que somem. De pessoas que aparecem demais. Da falta de dinheiro. Do excesso de trabalho.
Estou cansada. De tudo!
Mas meu merecido descanso está chegando. Meu merecido amor também.
Meu merecido emprego já aponta. E o dinheiro também.
Só não reclamo dos amigos, pois esses são as únicas coisas que tenho.
Definitivamente, vou-me embora pra Passárgada...

02 dezembro 2007

Lerê, lerê...

Pensa que conquistar a tão sonhada independência é fácil? É, não, fio...
Acordar cedo, tirar os cocôs do jardim, plantar uma árvore, lavar quintal e panos de chão, faxinar a casa (ainda que seja micro, mas é um trabalhinho chato pra cacete...), lavar o cachorro...ufa...
E ainda pensar em trabalhar no dia seguinte?? Ah, não!! Ninguém merece!!!
Pra dizer beeem a verdade, eu nem tava pensando no trabalho amanhã, não...tava pensando em outra coisa.
Tô me torturando já tem alguns dias, simplesmente pq me recuso a acreditar que me enganei com uma certa pessoa.
Não entra na minha cabeça (e olha q ela é graaande, hein...) que esse ser seja leviano como os outros. Não consigo acreditar nisso.
Apesar das ações me mostrarem isso, não é essa imagem que guarda meu coração.
Tô tentando falar com a peça. Mas parece que ele quer mesmo confirmar o q eu teimo em não acreditar.
Fazer o q?
Fernandinha, Fernandinha...qdo vc vai aprender, my dear???

26 outubro 2007

Auto-retrato

Ela já não sabe mais pra onde olhar. Pra qualquer lugar que volte seu pensamento, ela não vê saída.
Acorda e o primeiro pensamento é esse. Corre o dia todo, mas não perde o pensamento.
Procura problemas no trabalho, somente para ter que solucioná-los e fugir do sentimento que a persegue.
Alguém esqueceu de ensinar para essa menina que a vida era assim? Que as angústias existem, e que anjos não se materializam para resolver tudo pra gente?
Não, não a ensinaram. Aliás, não ensinaram muita coisa à ela. Acredita em anjos, em gnomos, coelhinho da Páscoa, em flores no dia dos namorados, em cachorrinhos verdes...e em amor.
Seu coração vive em função disso, de sentimentos. De amor, de prazer, de carinho. E quando tudo isso se faz ausente, inúmeros outros sentimentos tomam conta daquele coração quase infantil. Aflição, angústia, tristeza.
Digo quase infantil porque é assim que o mundo a vê. E talvez seja assim que ela mesma se mostra, inocente, ingênua, beirando a tolice.
Tola, sim. Mas não porque se faça assim, ou porque queira. Mas tola de teimosa, porque teima em acreditar em valores, em coisas, que já não vemos e que, muitas vezes nos perguntamos se algum dia existiu.
Apesar de toda essa forma até um pouco pejorativa de ver, vê-la me deixa feliz. Ela me deixa feliz.
Ver a vida como ela vê, sentir o vento como ela sente, tocar a vida como se fosse um instrumento precisando ser afinado constantemente, de forma suave. Apesar de, às vezes, esse instrumento se mostrar meio enferrujado e necessitado de atitudes mais drásticas.
Mas ela não pensa assim. A vida insiste em mostrar lados negros, pessoas cinzas, dias nublados, e ela sofre. Chora, se descabela, como hoje. Sente mais do que a maioria das pessoas sentiria. A intensidade com que ela sente os mais estapafúrdios sentimentos a faz sofrer em demasia.
Mas mesmo sofrendo assim, ela sorri. E mais que isso, ela ri. Gargalha. Das pessoas, da vida, das piadas de humor negro que pregam todos os dias. E ela nega.
Nega toda e qualquer forma de amargura. Ela simplesmente se recusa a ficar amarga e dura. E talvez por essa insistência em se manter macia, ela apanha.
Mas como toda boa mulher-borracha, ela absorve o impacto, sofre escoriações, mas devolve com mais força a todos chutes, socos e pontapés que recebe.
Essa menina canta quando ninguém está por perto, mas toma todo o cuidado para não desafinar e treina com toda paciência os timbres que mais se adequam à sua voz.
Essa menina dança quando lava a louça. Ela ri das piadas do rádio. Ela finje que fala ao celular só pra falar sozinha dentro do carro.
Ela chora quando escuta uma história triste. E é capaz de rir em centésimos de segundos.
Ela conversava com todos os seus bichos de pelúcia quando pequena. E embora tenha crescido, ainda carrega um exemplar dentro do carro pois não gosta de andar sozinha.
Faz amigos onde vai. E mesmo assim se deixa abater com bobagens cotidianas.
E assim ela está. Aflita, com esse pensamento corroendo seu coração desde os primeiros raios de sol até a hora em que deita sua cabeleira farta no travesseiro e abraça seu urso de pelúcia.
Aflita. Por quê?
Ela não me conta, não se abre comigo.
Às vezes desconfio que ela não me conhece...

Cheese egg e Cheese bacon...

Esses dias estava eu conversando conversando com meu gerente, coisas do cotidiano, do dia-a-dia mesmo, qdo ao me referir à uma dada situação ele me vem como a seguinte frase:

- Fê, vc conhece a história do cheese egg e do cheese bacon?

E eu, muito inocente e com essa cara de pateta que me é peculiar, respondo:
- Não... =/

E ele:
- Qual a participação da galinha no cheese egg?

Eu:
- O ovo?

- Certo. E a do porco no cheese bacon?

- Oras...ele é o próprio bacon!

- Pois é isso...a galinha apenas se envolve no processo, já o porco se compromete, entendeu?

E eu, já me matando de rir (pra variar um pouco...), porém com uma certa divagação na mente, respondi:
- É verdade, chefe...

- Fernandinha, não seja um cheese egg na sua vida!

Saí da empresa, entrei no Pulga Xuxu e pensei comigo:
- Meu Deus...esse meu gerente tem coisas que só podem sair da cabeça dele...

Mas logo após pensar nisso, me veio outra coisa. Não é que o homem está totalmente certo?!
De que adianta sermos seres pensantes, inteligentes, saudáveis, cheios disso e daquilo, se formos apenas envolvidos e não nos comprometermos com as coisas que realmente acreditamos?
Rezo, meu Deus, para que eu nunca deixe de pensar assim, viu...
E é também por isso que resolvi escrever aqui...pra que eu nunca me esqueça dessa pequena "parábola". (Nossa...desenterrei essa palavra das aulas de religião da Madre Isabel...q, aliás...a será que ainda é viva?)

23 outubro 2007

E as pedras, pra que servem?

Plagiando Ana Carolina: "É isso aí...."
As dificiculdades estão por todas as partes. Trabalho, família, relacionamentos, amizades, compras no supermercado...pra onde quer que vc olhe se depara com algum tipo de dificuldade.
E as pedras servem pra quê? Construir o caminho! É assim que a vida é feita.
Hoje estou enxergando várias pedras, e no momento, estou estudando um mosaico. Onde será que elas se encaixam melhor? Como será que as maiores vão me ajudar, e como será que as menores vão alicerçar as outras?
As respostas ainda não tenho por completo. Mas estou estudando, estou mesmo.
E sinto, sinceramente, que estou no caminho certo.
O caminho feito pelas minhas pedrinhas...

16 outubro 2007

Você pode tirar a menina da terra...

...mas não tira a terra da menina.
Hoje acordei com um sentimento gostoso, que vem desde o feriado.
Como me faz feliz pegar aquela estrada, ver aquele verdão no horizonte, boizinhos pastando, cupinzeiros enormes...pasto, pasto...mato...muito mato...
ai, que delícia sentir o cheiro da chuva qdo molha a terra quente, ouvir as cigarras, sentir cheiro de estrume de carneiro (é, isso mesmo...adoro!).
Ouvir música caipira, dirigindo minha pickup, sentindo o vento no rosto...ô, meu Deus...que coisa boa!
Quem me conhece sabe que adoro a vida agitada da cidade, não páro quieta, adoro movimentação...mas só Deus sabe a paz que me traz aquele lugar.
Sentir minhas raízes crescendo naquele chão, sentir que faço parte de uma coisa muito maior que uma soziedade caótica, enlouquecida pelas ocorrências da vida.
Sou parte da terra, da natureza, de todos os bichos que me cercam, das árvores, da água, de cada pedra que forma aquele chão.
Meu coração é aquilo lá. Vida. Vida que brota de todas as partes, que nasce e renasce a todo instante.
Não me importo se as pessoas me rotulam quando digo do que eu gosto. Sou grande o bastante pra gostar de tudo o que me apetece a alma.
Vou colocar aqui uma musiquinha que expressa boa parte desse meu sentimento.

Moro num lugar
Numa casinha inocente do sertão
De fogo baixo aceso no fogão
Fogão à lenha ia
Tenho tudo aqui
Umas vaquinha leiteira, um burro bão
Uma baixada, ribeira e um violão
E umas galinhas.. ia
Tenho no quintal
Uns pés de fruta e de flor
E no meu peito por amor
Plantei alguém, plantei alguém
Que vida boa ou ou ou
Que vida boa
Sapo caiu na lagoa
Sou eu no caminho do meu sertão(refrão)
Vez e outra vou
Na venda do vilarejo pra comprar
Sal grosso, cravo e outras coisas que fartá
Marvada pinga ia
Pego meu burrão
Faço na estrada poeira levantar
Qualquer tristeza que for não vai passar
No mata-burro ai ia
Galopando vou
Depois da curva tem alguém
Que chamo sempre de meu bem
A me esperar, a me esperar

Ô, vidão...seria tão bom se pudéssemos viver com mais simplicidade...

30 setembro 2007

Será q todo dia vai ser sempre assim?

Hoje me vejo como essas mulheres malucas, reportagem de revista Claudia. Depressiva, Síndrome do Pânico...td o que, no fundo, no fundo, por mais q eu tentasse parecer compreensiva, julgava frescura.
Mas será q é mesmo frescura qdo acontece com a gente?
Nunca vi uma coisa dessas! Justo eu, a mais "largada", sozinha, acostumada a fazer e aguentar as coisas comigo mesma, assim...temerosa.
Tem sido extremamente difícil para mim aceitar essa situação toda, pois nunca admiti ser fraca, covarde.
Auto-estima baixa, sim, sempre tive. Mas me considerar uma fracassada, jamais.
E hoje é esse o sentimento que tenho, de que sou fraca, incapaz de lidar com as pressões que a vida me impôs.
Sei tb que é completamente inútil se sentir dessa maneira, não vai adiantar de nada. Aliás, muito pelo contrário, só me trará mais coisas negativas pensar dessa forma.
Mas é uma coisa muito louca vc ficar lutando contra coisas que surgem dentro da sua cabeça, e não saber como fazer pra que td isso saia de dentro dela.
Não se sabe de onde veio tanta bobagem, nem sei como deixei isso td entrar dentro de mim.
Porém, uma coisa sei com certeza: o que está aqui, me atormentando, já está de saída.
Me recuso e me proíbo de ser mais uma pessoa que se entrega às dificuldades, simplesmente aceitando que "isso tinha que acontecer".
Ah...pode mesmo ter que acontecer, mas só se for pra me ensinar coisas boas a respeito de mim mesma.
Me recuso a ficar longe de meu Pulga Xuxu, só pq ando com medo de ficar sozinha.
A vida, como costumo dizer, é memso uma coisa engraçada. Me dá essa pataquada toda só pra eu descobrir o quanto tenho pessoas importantes ao meu lado.
Tudo bem. Se era isso, já enxerguei. Agora chega de brincar, né?
O dia das crianças tá aí...mas já cansei dessa brincadeira sem graça.

18 setembro 2007

Hoje é dia...sabe qdo aqueeela preguiça bate? Pois é. Bateu.
Na verdade, acho que ando muito preguiçosa. Acho que é a falta de tempo que me deixa assim.
Ando sonhando com um final de semana tranquilo, sem trabalho, sem bagunça, sem nada. Só eu e Deus.
Mas não tenho tido tempo pra isso. Tenho me abandonado muito.
O dinheiro é um agravante, mas o grande vilão realmente é o tempo.
Meu aniversário está chegando...e isso me lembra que o tempo está passando.
Meu Deus! Mas que coisa! Por que ele tem de passar??
Ai, ai...falando em aniversário...queria tanto ganhar presentes!
Por exemplo: um namorado. Lindo, fiel e carinhoso. É pedir muito?
Hoje acordei no espírito de namorar...rsrs...
Daqui a pouco passa a vontade...principalmente quando vou às minhas queridas festas...rs...
Estou realmente confusa comigo mesma. Não sei se quero mesmo um namorado. Não sei se estou preparada pra dividir minha vida, meus horários, meus amigos...justo eu, que nunca fui egoísta, hoje me vejo assim. Totalmente individual.
Vai entender essa minha cabeça confusa... =]

01 setembro 2007

Friendship...

Ai, q dor horrorosa...será q é isso que chamam de "idade"? Tô falando que eu tenho razão em ter medo de ficar velha, viu...saco...
Ontem eu estava com o pessoal do trabalho em um treinamento, numa grande indústria. Foi muito bacana e tal, mas a parte realmente bacana não foi a em que eu aprendi como se faz uma pilha alcalina. A parte realmente boa foi depois.
Poxa vida...que gente boa vive ao meu lado! É muito bom estar no meio daquele pessoal. Principalmente o MEU pessoal.
As pessoas que trabalham comigo são, sem excessão, amigos. Cada um a seu modo, cada um do seu jeito, mas sei que posso contar com eles.
Aquele a quem denominamos "chefe", de chefe não tem nada! Pelo menos não daquela forma horrorosa que vemos por aí, o velho clichê de que chefe nenhum presta.
O meu, não. O meu é, além de tudo, meu amigo!
E aqueles que eu tenho que chamar de "clientes"? Nem se fala! Amigos pra todas as horas, pra churrascos, cervejinhas, choradeiras e amostras grátis.
É engraçado como encontramos amizade, carinho e apoio nos momentos mais improváveis, e de lugares menos prováveis ainda.
Esse sentimento que é uma coisa tão difícil de ser explicada, e tão fácil ser sentida.
Um sentimento complexo e completo. Mais até do que o amor, porém sem deixar de ser uma forma de amar.
Eu aqui, naquela minha velha inocência de achar que as coisas duram para para sempre, espero que essas amizades realmente durem muito.
Pelo menos até eu conseguir andar sozinha.
(E por acaso alguém consegue andar sozinho?)

30 agosto 2007

Hoje é o dia...

Na verdade, todo dia é O dia. Pelo menos é o que costumam dizer os otimistas de plantão.
Pois é...não posso ser enquadrada nessa classe quase extinta (pq os verdadeiramente otismistas são raros. Existem aos tubos os pseudo-otismistas.). Posso ser classificada como semi-otismista. Só vejo as coisas boas quando elas são realmente boas.
Mas hoje me encontro assim, otimista. Estou vendo as coisas por ângulos mais favoráveis.
Vejo minha vida mudar diante dos meus olhos, porém isso implica uma certa dose de dor.
O famoso "No pain, no gain.".
Preciso me separar de coisas que me fazem mais mal do que bem. E, sinceramente, não sou mto boa nesse lance de separação.
Estou apreensiva, nervosa, de certa forma triste. O que farei sem isso?
Viverei, como sempre fiz. Da melhor forma que eu puder.
Mudanças são sempre pro bem. Mesmo que em primeira instãncia pareçam prejudiciais.