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24 janeiro 2010

Devaneios...

Depois de alguns relacionamentos meio enfadonhos e completamente fracassados, depois de muitas noites sem dormir, coração dilacerado, pensamentos confusos e auto estima rastejante, ela resolveu que não seria mais assim. Nunca mais.

Leu todos os livros possíveis de auto ajuda, conversou com pessoas mais velhas, mais novas, terapeutas, colheu experiências, escutou, assimilou. Se tornou mais esperta.
Em dado momento chegou a acreditar que fosse superior a qualquer sentimento e que jamais se apaixonaria novamente. Ledo engano.

Uma amizade de anos, histórias passadas, lembranças quase infantis. Conversas regadas a risadas e lembranças de tempos onde a inocência imperava. Mais por parte dela, com certeza.
Amizade essa que veio em momento oportuno, para apaziguar um coração solitário, carente de sentimentos puros, amizade em seu estado sólido. Não tão puramente amizade que não pudesse se tornar admiração, e mais tarde, paixão.

As conversas se tornaram diárias, constantes, necessárias. Ele ocupado com questões sociais, mostrava um lado humano intenso, militante, caridoso, mas com certa dose de rebeldia, indignação. Até inocente, diriam alguns céticos, por querer mudar o mundo com suas mãos. E acreditar nisso. Ela acreditava.
Ela encantada, como se estivesse diante de um ser que não existe no mundo real. E sinceramente, ela não sabia se existia mesmo. Depois de tantas coisas sórdidas, era custoso para ela acreditar que existisse bondade gratuita no mundo.

Seu coração se encheu de um sentimento que ela jamais soube definir. Como definir algo que se sente, mas que não se vê, não se pode ter a certeza do toque, do cheiro, da física? Uma pessoa quase científica, que custa a acreditar nas coisas inexplicáveis da vida.

Um sentimento que se estendeu por dias, semanas, meses. Uma vontade de entender se o que se passava era real. Mas eternos desencontros, frases que soavam desculpas, empecilhos, tudo parecia impedir que essa prova se realizasse.

Dizem que o destino é feito por quem acredita nele. E por que esse encontro não aconteceu, se ambos estavam procurando por isso? Essa era a questão que rondava seus pensamentos.
Viver um amor surreal já não lhe parecia justo. Muito injusto com um coração que havia visto tanta maldade.

Ela guardou em seu coração, mais uma vez, lembranças de um sentimento bom, que a fez suportar dores que insistiam em conviver com sua alma. E tentou entender a razão por trás disso tudo, mas não conseguiu.

Hoje, a menina se encontra feliz. Encontrou um amor real, sólido, que a mostra todos os dias que o amor em seu estado verdadeiro avança qualquer barreira. É como um rio que contorna os obstáculos, sem que pra isso haja destruição.
Não é a vida perfeita, pois como ela um dia ouviu, "para que alguém tenha uma vida perfeita, é necessário que outra pessoa derrame suas lágrimas".
Sua vida está longe da perfeição. Ela nem deseja isso. Não quer ser feliz às custas das lágrimas de outrem.
Em seu coração ainda existem as lembranças de um encontro que nunca aconteceu, uma saudade de algo que não se concretizou. Mas que foi tão real a ponto de causar uma cicatriz visível em seu coração. E que sempre estará lá, lembrando que mesmo o amor não é perfeito.
Hoje ela apenas sonha em ser amada, na mesma proporção e intensidade com que distribui seu amor.

Acho que as pessoas mudam, mas os sonhos, não.

10 julho 2009

Clipezinho...

Muitos podem achar que sou uma mulherzinha sem assunto, sem mais p$%#@ nenhuma na vida pra fazer etc etc etc...

Não ligo muito para o que podem estar pensando, mas sinto vontade de me explicar.

Só falo desse noivado, só coloco fotos dele, vídeo, parece que meu único assunto é esse. Mas não é. Não é isso simplesmente, falar de um noivado, como outros tantos por aí.

Primeiro, não é igual aos outros, porque é meu, é único. Cada noivado é único. Segundo, não é o noivado em si, mas sim o que isso representa.

Em quantas festas de noivado você já foi? Pelo menos eu fui em apenas uma.

Isso é uma coisa meio fora de moda, chega a ser piegas. E concordo. É piegas mesmo. Mas alguém já disse que o amor é brega. Aliás, vou mais longe, qualquer tipo de demonstração pública de afeto é piegas. E é lindo! Porque não existe nada mais bonito do que você expressar seu amor, seu carinho, expressar seu desejo sincero de se dedicar à fazer um relacionamento dar certo, com todos os prós e contras que isso acarreta.

Por que devemos nos expressar somente para xingar, brigar, agredir, fazer valer nossos direitos?

Pois eu EXIJO o meu direito. Direito de amar, de ser apaixonada, de dizer o quanto amo uma pessoa especial!

Então, já que estou aqui fazendo valer esse meu direito, fiz mais uma demonstração! hahaha...
É só um clipezinho de momentos bacanas, ao som de uma música que acho muito especial. Especial porque diz simplesmente tudo o que ele representa para mim, e também pela voz suave e o timbre gostoso da Luiza Possi. Adorei fazer, adorei assistir...e chorei de novo! rs...

Aloha! =]

06 abril 2009

Finais de semana curtos demais...

Acho que todo mundo partilha da mesma opinião que eu. So não os workaholics e os que só trabalham aos fins de semana. Mas eu ainda defendo a idéia de que os finais de semana deveriam ser tão demorados quanto a semana inteira.
Por que será que existe essa relação estranha de tempo quando estamos fazendo coisas que gostamos?
A lógica seria extamente o contrário. Se estamos gostando, nos divertindo, aquilo deveria durar mais (ou pelo menos passar a sensação que que demoraria mais). E quando estamos trabalhando, por exemplo, (argh!) o tempo deveria passar ultra rápido!
Por favor, não me entendam mal. Não é que eu seja a mais completa adepta da vagabundagem, não é isso (e se for também, qual o problema, né?), mas é que não sou partidária da idéia de que todo ser humano deve se matar por coisas que não lhe tragam prazer, que seja apenas um forma de conseguir dinheiro para viver (ou sobreviver).
Talvez se eu trabalhasse com golfinhos e ganhasse rios de dinheiro, não acharia tão ruim assim trabalhar.
Ou se eu fosse uma testadora de chocolates. Me trabalho aumentaria muito na época da Páscoa, mas garanto que eu não reclamaria. Talvez o meu colesterol, sim.
A verdade é que os finais de semana estão cada vez mais curto. Mas, como tudo na vida, isso também tem um lado bom. Talvez seja sinal de que eu ando cada vez mais feliz e fazendo coisas que amo, por isso tudo passa tão depressa.
Acho que Chris tem uma boa parcela nessa história, viu...

Aloha!

03 abril 2009

Under the sea!

Bom dia, gente do meu Brasil varonil!

"Hummm...noooooossa, mas que bom humooor! Deve ter acordado com o Brad Pitt..."

Não, não...acordei com meu golfinho de pelúcia, Mr. Sleep, quase me botando pra fora da cama mesmo...hehehe...

A razão do bom humor foi uma deliciosa sessão no Imax, numa viagem fantárdiga ao fundo do mar e depois do jantar, um Caramel Macchiato divino! A-do-ro!

É impressionante a paixão que eu tenho pelo mar. Ou melhor, pelo oceano, pelo fundo dele, dentro dele.

Praia, às vezes, e mesmo assim aquelas vazias, semi desertas. Odeeeio aquela aglomeração, aquela gentaiada disputando metro de areia, como diz meu pai. Praia no Ano Novo e finais de semana do verão? Só se for numa casa com piscina e amigos queridos. Caso contrário, mato! Não mata do verbo matar, e sim mato de terra, pasto, montanha, fazenda...mato.

Mas o mar é diferente. O mar é mais que praias lotadas, loiras de farmácia, silicones ao Deus dará e doses de Deca.
O mar é um senhor, é Netuno. São barbas longas e brancas que devem ser respeitadas pelo seu poder e soberania.

Esse senhor é o rei de tudo. Ele permite que a vida se faça ou não. E é tão generoso que permite que lá vivam o maior número de espécies jamais vista em terra. Não há Amazônia ou savana africana que dê conta da quantidade de bicho que existe lá embaixo.

E tudo tão diferente, tão vivo, tão sublime, tão maravilhoso!
Criaturas estranhas, uma mais feia que a outra. Com tentáculos, perninhas, espinhos, venenos.

E as cores? Meu Deus, acho que não há gráfica no mundo que reproduza com perfeição aquelas nuances divinas!

Enfim, sou louca pelo mar. Pela natureza no geral, né? Vai ser perfeita assim lá na Terra, viu...
Mas voltando à sessão, foi divertidíssima. E as crianças? Em certos momentos ouvia-se o choro de muitas delas com medo dos animais que quase vinham buscá-las. Outras se sentiam meio que afogadas por tanta água.

E as mãozinhas? hahaha... Era um festival de mãozinhas que tentavam agarrar as plantas, pegar os peixinhos, espalhar os cardumes ou afagar a tartaruga. Eu ria demais! Mas confesso que por váááárias vezes eu me pegava quaaase levantando também a mãozinha pra tentar pegar o rabinho de um peixe... hahahaha...

E sobre meu Caramel Macchiato? Sem comentários! Amo!

Bom, hoje é sexta, minha gente! Dia mundial da felicidade! Dia de saber que vamos dormir até mais tarde amanhã, ou que vamos acordar cedo pra fazer só coisas que gostamos.
Ou trabalhar, quem sabe? Mas que sexta tem uma cor diferente...ah, isso tem...
Alooooha!


01 abril 2009

Explicação

Bom dia, gentes lindas!

Cheguei logo cedinho aqui e depois de dar uma volta no hotel e ver se estava tudo certo, vim aqui abrir meu note.
Fui ler emails, ver meu Facebook, Twitter e meu bloguinho.
Fiquei pensando: puxa vida...chamo o pessoal pra vir aqui e tem muita gente que não curte muito essas coisas de "ativismo". Devem estar achando o blog um porre! hahaha...

Bom, o negócio é o seguinte, também acho mega chatas aquelas pessoas que só falam disso o tempo todo, que saem por aí fazendo coisas radicais, ou que se propõe a ajudar os animais e parecem loucas, chorando e fazendo ceninha como aquela tosca da Luisa Mell.
Acho over demais, nada a ver. Tudo que é muito exagerado soa falso.

Mas e por que tem tanta campanha nesse meu blog?

Porque gosto, porque me idenifico, porque me faz bem estar envolvida em causas que realmente acredito. Acho que faz bem pra qualquer um fazer o bem, não é mesmo?

E também porque o blog é meu, oras!! Coloco o que eu quiser! hahaha...

Bom, por enquanto é isso, vim só me explicar. Ainda não encontrei nada sobre o que quero falar hoje, mas logo aparece um assunto! =D

Aloha!

31 março 2009

E assim se foi...


Comecei o dia com aqueeeeeeeele mau humor, né?
O dia foi bacana. Sem grandes alterações, mas foi ótimo.
E depois de doses e mais doses desse maravilhoso e inebriante pedaço de bolo de cenoura com muuuito chocolate por todos os lados, acha que é possível alguém terminar o dia de mau humor??
Pois é, também acho que não...
Vou pra caminha, continuar lendo um dos livros que comecei, comer mais um chocolatinho (que fica na cabeceira!) e esperar para que meu amado Morpheu venha me buscar.
Uááá...(*bocejo)...boa noite a todos!
Aloha!

26 março 2009

Seu amor é meu...

Vamos ver se vocês entendem o que quero dizer:

"Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos me encaminham pra você

Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você"

Muitos de vocês conhecem a história de nós dois. A maioria concorda que é um conto de fadas dos mais bonitinhos. rs...
O que eu penso? Bom...
Posso dizer que já vivi experiências bem ricas nessa vida. Algumas histórias de amor bastante intensas.
Mas com Chris foi diferente.
Óbvio, que clichê! Sempre o atual é diferente, todos devem estar pensando.
Concordo. Mas em partes.
Diferente porque eu quis que assim fosse. Porque eu desejei que fosse assim. Não foi como das outras vezes em que eu estava ali, tristonha e alguém apareceu do nada.
Não dessa vez. Eu estava ciente de tudo o que estava sentindo e sabia que mais dia, menos dia, alguém viria tornar meus dias mais coloridos ainda.
Eu me preparei para sua chegada. E ele chegou.
Lindo, cheio de vida, de energia boa, de risadas boas...e de histórias. As nossas histórias, do passado. Nosso passado.
E hoje encho a boca para dizer: ESTOU APAIXONADA!
Meus amigos também dizem. Dizem que mudei, que estou diferente, que ele é diferente de todos que já apresentei. E me dizem para segurá-lo. hahaha...
Todas as palavras boas e positivas do dicionário não seriam suficientes para expressar como me sinto feliz em estar ao lado de uma pessoa como ele.
Agradeço a todos que torcem por nós, que vibram conosco e que acompanham essa história de amor.
Parece piegas falar de amor, né? Ah, mas hoje eu quis. Pra talvez abrandar tantas notícias toscas que leio todos os dias.
E viva a breguice do amor!

Relógio Biológico - você tem?

Acabei de chegar do laboratório. Fui tirar sangue.
Me explica uma coisa, com a medicina avançada do jeito que está, não dá pra fazer tudo só examinando a íris, não? Ou o fio de cabelo? Ou qualquer outra parte do corpo onde não seja necessária a dilaceração e mutilação? Eu, hein! Vou é denunciar essa medicina nos Direitos Humanos. Estão ferindo meu direito à integridade (física, pelo menos...).
Enfim, deixando minha choradeira de lado...
Estava eu aqui conversando com meus amigos nessa maGavilhoso canal chamado Messenger. Graças a Deus um gênio inventou isso, porque eu não saberia viver sem fofocar com meus amigos. E nem adianta marcar boteco, porque cada um mora numa cidade ou Estado diferente.
Voltando...estava conversando com uma amiga minha que está grávida. E ela me relatando sobre a experiência, as sensações, o primeiro US, a vida conjugal, tudo o que envolve uma gravidez.
E falando que foi lindo ver o bichinho se mexendo lá dentro, como ele reage, me mandou a foto do US. Achei o máximo, ele tem aquele cabeção característico já, sabe?
E concomitantemente, conversava eu com um amigo, também casado.
Perguntei sobre filhos e tal. Disse que a mulher queria pra logo, mas ele prefere adiar.
E nisso mais e mais mulheres, amigas minhas, e homens, amigos meus, na minha lista, comentando. Uns querendo de qualquer jeito, outros tristes porque estão tentando e não conseguem, outros com planos pra um futuro próximo.
Só os que não pensam nisso são os solteiros. Os homens, claro, porque a mulherada solteira tá toda já escolhendo o nome do mini petit.
Gente, agora confesso. Estou me sentindo um verdadeiro ET! =S
Não sinto essa gana de ter um ser dentro da minha barriga. Pelo contrário, acho meio esquisito, meio repugnante (ai, Deus que me perdoe!), meio bizarro, não sei. Imagino que deva ser mega esquisita a sensação de ter uma "coisa" dentro de você, se mexendo, tomando emrpestado seu corpo, seus fluidos corporais.
Sei que deve ter uma porcentagem hor-ro-ri-za-daaaaaaa com o que estou dizendo. Mas, gente! Tenho culpa de não me sentir mãe??
Eu acho que boa parte dessa vontade das mulheres (e também dos homens, por que não?) vem da nossa cultura, de ver mães, avós, tias cuidando de bacuris.
Não sei onde tá escrito que toooda mulher TEM QUE SER mãe.
Aí todo mundo me fala do tal relógio biológico. E vou repetir o que falei pro meu amigo: acho que o meu relógio deve ser daqueles de corda e da 25 de março, porque tá sempre atrasado e não desperta nunca!!
Às vezes essa minha ausência me preocupa. Não sei se isso é normal.
Mas também não vou me preocupar agora. Não tô grávida mesmo. Pelo menos foi isso que me disseram lá no laboratório, antes de me tirarem quase todo sangue.

23 março 2009

Orkut?

Sou adepta do Orkut há milhares de anos. A impressão que dá é que sempre tive aquilo na minha vida.
Mas refletindo bem, não foi sempre assim.
Havia uma época em que não era importante fuçarmos a vida de pessoas desconhecidas, em que não significava muita coisa se algum amigo entrasse na sua página e não deixasse recado, em que abraços de verdade eram mais importantes que abraços de Buddy Poke, em que depoimentos eram feitos à lápis em cadernos, cartas ou pedacinhos de guardanapo da cantina.
Havia um tempo em que tínhamos lembranças pra guardar.
E agora?
É inegável a importância da tecnologia em nossas vidas, eu mesma sou uma dependente de celular e não consigo ficar um dia sem verificar meus emails. Além do que, meu grande amor só foi possível porque o Orkut nos fez reencontrar. Por esse lado, aproxima as pessoas.
Mas eu também acredito em destino, e acho que o encontraria de uma forma ou de outra. Poderia trombar com ele num corredor de shopping, por exemplo.
Porém eu acredito que essa tecnologia toda tem nos feito mais mal do que bem. Tem cancelado tantas conversas por telefone, tantos encontros regados a petisquinhos, tantos contatos olho no olho.
E tem nos instigado cada vez mais a bisbilhotar a vida alheia. Um amigo da amiga do cunhado da sua prima foi pro Carnaval de Salvador. Puxa, bacana...e o que você tem a ver com isso??
A nora da colega da sua faxineira tem Orkut! Olha que coisa! E daí?
O primo da manicure da sua vizinha colocou umas fotos tão indecentes. E o que isso vai acrescentar na sua vida?
Talvez acrescente um pouco mais de futilidade à uma vida vazia, cercada de TVs Fama e Big Brothers da vida.
Chega. Saí. Excluí minha conta. Chega de anônimos bisbilhotando minha vida. Chega de gente sabendo que gosto de Jack Daniel's, ou que saiba que também acredito que "Bonzinho Só Se Fode".
Anônimos não vão mais saber quando será meu casamento, nem qual meu bicho favorito, nem quais os seriados que assisto. Se eu não guardar essas informações para aqueles que partilham a vida real comigo, qual a importância que meus AMIGOS tem na minha vida? O que os diferencia desse bando de desocupados que insistem em visitar meu perfil?
Se vou aguentar? Não sei...talvez eu volte, com saudade do meu Buddy Poke. E só.
Mas talvez eu me empenhe um pouco mais em ganhar dinheiro pra "pagar uma bebida" para minha amiga, ou "fazer uma dança Mecha" com algum amigo biruta.

Felicidade...

Seres humanos são difíceis.

Aprendi que ser feliz é muito mais difícil que ser triste.

Quando se é extremamente feliz, não se tem problemas para nos servir de muletas. Não temos onde apoiar nossos defeitos e falhas, e, portanto, ficamos expostas frente à frente às nossas frustrações. E isso é difícil.

Por isso ser feliz é tarefa para poucos. E para inteligentes.

A felicidade não é democrática, não é para todos. Ela somente se mostra aos inteligentes, aos que se colocam à disposição de seus ensinamentos.

A felicidade não é medíocre, não é tola. Não suporta a leviandade.

A verdadeira felicidade é um artigo de luxo. Ela só é permitida aos que se dedicam a ela e a entendê-la. São privilegiados os que a entendem e a recebem de braços abertos.

E para tê-la por perto não é necessário faculdade, nem instrução. Somente é necessário ter um coração inteligente. Um coração que aceite ser feliz, na sua forma mais sublime.

Aceite. Simplesmente aceite.

A felicidade pede pra estar entre nós. E talvez estejamos batendo a porta em sua cara redonda e amarela.

Já dizia o poeta: “É melhor ser alegre que ser triste/Alegria é a melhor coisa que existe...”

16 abril 2008

Até logo...


Já está tarde, acabei de escrever um texto, mas ainda tenho vontade de estar acordada.

Isso é insônia? =/

Enfim...

Estou ouvindo uma música que, apesar de não ser interpretada por meus ídolos musicais, é muito bonita.

É da trilha do filme do Tigrão (não, crianças que eventualmente possam ler...o Bonde do Tigrão não fez um filme.). É o filme do Tigrão mesmo, amigo do Ursinho Puff.

Talvez muitos leitores desse blog (se é que eles existem), não conheçam muito a história de Puffe cia., mas esse é um persongem que sempre gostei. E esse filme, em especial, é muito querido.

Fala da amizade de forma muito pura, muito bonita e muito verdadeira.

E a música resume bem isso.

Estou sentindo uma falta danada daquele pessoal.

E sinto falta também de conversar com meus chefes. Sempre que eu ia na empresa conversar com o Daniel voltava com uma idéi nova, uma energia renovada.

Mas que sorte eu tive, viu.

São coisas assim que me fazem acreditar realmente na vida...

Friendship...


Qual o nome do blog mesmo? Ah...devaneios...

Pois bem...

Friendship, ao pé da letra, significaria "barco de amigos"??

Talvez faça algum sentido...

Os amigos são meio como barcos. Quando você encontra uma pessoa, decide se ela será sua amiga ou não. Pode escolher entrar no barco.

Uma vez que tenha entrado, vai navegando por onde ela vai. Ora você conduz, ora ela. E assim se passam os dias.

Em determinados momentos, surgem tormentas. E novamente uma escolha: você pode se agarrar ao barco e atravessar a tormenta com ele, ou escolhe abandoná-lo à própria sorte. E assim passam os dias.

Em outros, você, juntos, encontram belas paisagens, ilhas, outros barcos...e mais uma vez você decide: aprecia tudo isso ou simplesmente dorme e deixa as maravilhas passarem.

E depois de uma longa (ou curta) viagem, vocês chegam ao destino. Muitas vezes você precisa descer para que seu barco continue o percurso sozinho. Muitas vezes, seu barco permance ancorado na mesma praia que você.

Nessas horas, mais uma escolha: você decide se quer manter seu barco limpo, livre das ferrugens, cracas no casco, algas, ou deixa-o ali, sozinho e abandonado.

Em minha vida, cada vez mais, percebo quantos barcos tenho na vida. E cada vez mais conquisto e encontro um novo.

Uns são pequenos, parecendo fazer questão que só caiba a mim dentro deles.

Outros são grandes, cheios de outros tripulantes.

E outros ainda são imensos, parecendo aqueles cruzeiros de festa.

Cada um desses barcos me leva a uma praia diferente, me mostram paisagens diferentes, enfrentamos tormentas diferentes...mas no final das contas, todos me protegem bem, me tornam segura e feliz.

Por isso procuro fazer a manutenção constante dos meus barcos. Lavo-os, seco-os, retiro as lagas, lubrifico os rolamentos, reviso as cordas.

Parece um velho clichê de agenda adolescente. Mas prefiro pensar que é um trecho de música de um famoso compositor (que sabe muito das coisas).

Meus amigos são um tesouro, que guardo à sete chaves dentro do coração.

Isso tudo para dizer que, nesse momento (mais um) de transição, um momento importante e delicado da minha vida, eu quero agradecer a todos os meus barcos.

A cada um de vocês que me ensinou o verdadeiro valor de palavras como solidariedade, compreensão, generosidade, companheirismo, dedicação e...AMIZADE.

Pieguices à parte...OBRIGADA, AMIGOS!

Desculpe pelo incômodo.

Tenham todos uma boa noite.

Beijos.

20 dezembro 2007

Ê, seu Chico...

Hoje é o dia em que "comemoramos" o aniversário de morte dele, umas das figuras mais engraçadas que já conheci.
Esse homem devia ter ido pra TV, viu...
Comemorar não é bem a palavra. Mas tb não encontrei outra.
Não é o dia em q lembramos q ele se foi, porque isso nos lembramos sempre. Toda vez que escutamos uma risada escrachada, uma roubada no carteado, ou outra traquinagem qualquer.
Dia desses eu estava contando para uma amiga sobre o dia em que andávamos pelas ruas de Prudente, eu, ele e minha mãe. De repente, ele ia atrás de um carro, abria o porta-malas e exclamava: "- Ih, deixou aberto!". Batia o porta-malas e continuava caminhando, até encontrar outro carro e fazer a mesma coisa.
Eu me matava de rir no meio da rua, enquanto minha mãe tinha uma síncope nervosa e caminhava mais rápido, para não ser vista ao lado de 2 doidivanas. Hahahaha...
Ah, se ela soubesse q ele iria tão logo...talvez o tivesse ajudado a abrir mais porta-malas.
Se imaginássemos a falta que ele iria fazer, nos preocuparíamos menos com as "artes" dele, e mais em rir das doideiras.
Mas acho que a família toda aproveitou bem, viu. Rimos demais com ele. E pior, eu mesma tive crises recorrentes durante o velório do próprio. As pessoas não sabiam se riam ou choravam de me ver naquele estado...
Ah, ditian...quanta falta o senhor nos faz...
Quanta saudade eu sinto do seu inhame, da sua gargalhada, do seu baralhinho, das suas travessuras...e da sua sabedoria de vida...
Estou até agora esperando aquele pintado que o senhor disse que pescaria e faria na inauguração do hotel.
Três anos de uma longa espera...

10 dezembro 2007

Estava aqui feliz por receber alguns depoimentos no orkut...
Coisa mais besta essa de Orkut, né? Uma cretinice sem tamanho ficar expondo sua vida, seus momentos, suas fotos...mas admito que sou viciada naquela cretinice! rs...
É como essas pessoas viciadas em Big Brother. Só que acho mto mais útil vc saber da vida dos amigos e afins do que da vida de neguinho que não significa nada pra mim.
Mas voltando à minha alegria do dia, então...recebi depoimentos de amigos.
Parece uma tremenda besteira, mas é bom demais saber o que pessoas queridas pensam de você.
Mesmo nos olhando no espelho diariamente, acredito que uma pequena parcela da população consiga se enxergar como REALMENTE é. Sem máscaras pra si mesmo (pq costumamos nos enganar com frequência, até inconscientemente).
Voltando ao raciocínio, pois bem. Me vi feliz em saber que os amigos me vêem como uma pessoa boa, batalhadora etc. Tá, pode ser o amor que os faz enxergar-me assim, mas prefiro acreditar que pessoas de fora enxergam melhor nossas qualidades e defeitos.
Em momento como esse, onde se faz necessária a massagem no meu ego, o carinho, a alimentação da minha auto-estima, fico extremamente feliz por ter amigos tão fiéis e queridos como tenho.
A vida, com todas as suas adversidades, se mostra cada vez mais generosa comigo. Me aponta caminhos e personagens que me fazem crescer cada dia mais. E me fazem também agradecer de joelhos ao Todo-Poderoso (e que não é o Timão...hahaha...) a alegria de ser cercada de carinho e cuidados como sou.
Apesar da solidão bater às vezes, de eu insistir em me achar feia, chata e o diabo à quatro, de muitas vezes eu mesma boicotar minha felicidade (inconscientemente, com certeza), toda a vida que me cerca me força a enxergar o quão maravilhosa é a vida.
Não adianta, babe...se você insistir em ser triste, eu te proíbo!

05 dezembro 2007

Tired...

Hoje estou cansada.
Das palavras. Das juras. Juras de amor e de amigo.
Juras de um emprego melhor, de um final de semana de sol, de viagens que não saem do papel.
Estou cansada.
De pessoas que somem. De pessoas que aparecem demais. Da falta de dinheiro. Do excesso de trabalho.
Estou cansada. De tudo!
Mas meu merecido descanso está chegando. Meu merecido amor também.
Meu merecido emprego já aponta. E o dinheiro também.
Só não reclamo dos amigos, pois esses são as únicas coisas que tenho.
Definitivamente, vou-me embora pra Passárgada...

02 dezembro 2007

Lerê, lerê...

Pensa que conquistar a tão sonhada independência é fácil? É, não, fio...
Acordar cedo, tirar os cocôs do jardim, plantar uma árvore, lavar quintal e panos de chão, faxinar a casa (ainda que seja micro, mas é um trabalhinho chato pra cacete...), lavar o cachorro...ufa...
E ainda pensar em trabalhar no dia seguinte?? Ah, não!! Ninguém merece!!!
Pra dizer beeem a verdade, eu nem tava pensando no trabalho amanhã, não...tava pensando em outra coisa.
Tô me torturando já tem alguns dias, simplesmente pq me recuso a acreditar que me enganei com uma certa pessoa.
Não entra na minha cabeça (e olha q ela é graaande, hein...) que esse ser seja leviano como os outros. Não consigo acreditar nisso.
Apesar das ações me mostrarem isso, não é essa imagem que guarda meu coração.
Tô tentando falar com a peça. Mas parece que ele quer mesmo confirmar o q eu teimo em não acreditar.
Fazer o q?
Fernandinha, Fernandinha...qdo vc vai aprender, my dear???

26 outubro 2007

Auto-retrato

Ela já não sabe mais pra onde olhar. Pra qualquer lugar que volte seu pensamento, ela não vê saída.
Acorda e o primeiro pensamento é esse. Corre o dia todo, mas não perde o pensamento.
Procura problemas no trabalho, somente para ter que solucioná-los e fugir do sentimento que a persegue.
Alguém esqueceu de ensinar para essa menina que a vida era assim? Que as angústias existem, e que anjos não se materializam para resolver tudo pra gente?
Não, não a ensinaram. Aliás, não ensinaram muita coisa à ela. Acredita em anjos, em gnomos, coelhinho da Páscoa, em flores no dia dos namorados, em cachorrinhos verdes...e em amor.
Seu coração vive em função disso, de sentimentos. De amor, de prazer, de carinho. E quando tudo isso se faz ausente, inúmeros outros sentimentos tomam conta daquele coração quase infantil. Aflição, angústia, tristeza.
Digo quase infantil porque é assim que o mundo a vê. E talvez seja assim que ela mesma se mostra, inocente, ingênua, beirando a tolice.
Tola, sim. Mas não porque se faça assim, ou porque queira. Mas tola de teimosa, porque teima em acreditar em valores, em coisas, que já não vemos e que, muitas vezes nos perguntamos se algum dia existiu.
Apesar de toda essa forma até um pouco pejorativa de ver, vê-la me deixa feliz. Ela me deixa feliz.
Ver a vida como ela vê, sentir o vento como ela sente, tocar a vida como se fosse um instrumento precisando ser afinado constantemente, de forma suave. Apesar de, às vezes, esse instrumento se mostrar meio enferrujado e necessitado de atitudes mais drásticas.
Mas ela não pensa assim. A vida insiste em mostrar lados negros, pessoas cinzas, dias nublados, e ela sofre. Chora, se descabela, como hoje. Sente mais do que a maioria das pessoas sentiria. A intensidade com que ela sente os mais estapafúrdios sentimentos a faz sofrer em demasia.
Mas mesmo sofrendo assim, ela sorri. E mais que isso, ela ri. Gargalha. Das pessoas, da vida, das piadas de humor negro que pregam todos os dias. E ela nega.
Nega toda e qualquer forma de amargura. Ela simplesmente se recusa a ficar amarga e dura. E talvez por essa insistência em se manter macia, ela apanha.
Mas como toda boa mulher-borracha, ela absorve o impacto, sofre escoriações, mas devolve com mais força a todos chutes, socos e pontapés que recebe.
Essa menina canta quando ninguém está por perto, mas toma todo o cuidado para não desafinar e treina com toda paciência os timbres que mais se adequam à sua voz.
Essa menina dança quando lava a louça. Ela ri das piadas do rádio. Ela finje que fala ao celular só pra falar sozinha dentro do carro.
Ela chora quando escuta uma história triste. E é capaz de rir em centésimos de segundos.
Ela conversava com todos os seus bichos de pelúcia quando pequena. E embora tenha crescido, ainda carrega um exemplar dentro do carro pois não gosta de andar sozinha.
Faz amigos onde vai. E mesmo assim se deixa abater com bobagens cotidianas.
E assim ela está. Aflita, com esse pensamento corroendo seu coração desde os primeiros raios de sol até a hora em que deita sua cabeleira farta no travesseiro e abraça seu urso de pelúcia.
Aflita. Por quê?
Ela não me conta, não se abre comigo.
Às vezes desconfio que ela não me conhece...

Cheese egg e Cheese bacon...

Esses dias estava eu conversando conversando com meu gerente, coisas do cotidiano, do dia-a-dia mesmo, qdo ao me referir à uma dada situação ele me vem como a seguinte frase:

- Fê, vc conhece a história do cheese egg e do cheese bacon?

E eu, muito inocente e com essa cara de pateta que me é peculiar, respondo:
- Não... =/

E ele:
- Qual a participação da galinha no cheese egg?

Eu:
- O ovo?

- Certo. E a do porco no cheese bacon?

- Oras...ele é o próprio bacon!

- Pois é isso...a galinha apenas se envolve no processo, já o porco se compromete, entendeu?

E eu, já me matando de rir (pra variar um pouco...), porém com uma certa divagação na mente, respondi:
- É verdade, chefe...

- Fernandinha, não seja um cheese egg na sua vida!

Saí da empresa, entrei no Pulga Xuxu e pensei comigo:
- Meu Deus...esse meu gerente tem coisas que só podem sair da cabeça dele...

Mas logo após pensar nisso, me veio outra coisa. Não é que o homem está totalmente certo?!
De que adianta sermos seres pensantes, inteligentes, saudáveis, cheios disso e daquilo, se formos apenas envolvidos e não nos comprometermos com as coisas que realmente acreditamos?
Rezo, meu Deus, para que eu nunca deixe de pensar assim, viu...
E é também por isso que resolvi escrever aqui...pra que eu nunca me esqueça dessa pequena "parábola". (Nossa...desenterrei essa palavra das aulas de religião da Madre Isabel...q, aliás...a será que ainda é viva?)

23 outubro 2007

E as pedras, pra que servem?

Plagiando Ana Carolina: "É isso aí...."
As dificiculdades estão por todas as partes. Trabalho, família, relacionamentos, amizades, compras no supermercado...pra onde quer que vc olhe se depara com algum tipo de dificuldade.
E as pedras servem pra quê? Construir o caminho! É assim que a vida é feita.
Hoje estou enxergando várias pedras, e no momento, estou estudando um mosaico. Onde será que elas se encaixam melhor? Como será que as maiores vão me ajudar, e como será que as menores vão alicerçar as outras?
As respostas ainda não tenho por completo. Mas estou estudando, estou mesmo.
E sinto, sinceramente, que estou no caminho certo.
O caminho feito pelas minhas pedrinhas...

16 outubro 2007

Você pode tirar a menina da terra...

...mas não tira a terra da menina.
Hoje acordei com um sentimento gostoso, que vem desde o feriado.
Como me faz feliz pegar aquela estrada, ver aquele verdão no horizonte, boizinhos pastando, cupinzeiros enormes...pasto, pasto...mato...muito mato...
ai, que delícia sentir o cheiro da chuva qdo molha a terra quente, ouvir as cigarras, sentir cheiro de estrume de carneiro (é, isso mesmo...adoro!).
Ouvir música caipira, dirigindo minha pickup, sentindo o vento no rosto...ô, meu Deus...que coisa boa!
Quem me conhece sabe que adoro a vida agitada da cidade, não páro quieta, adoro movimentação...mas só Deus sabe a paz que me traz aquele lugar.
Sentir minhas raízes crescendo naquele chão, sentir que faço parte de uma coisa muito maior que uma soziedade caótica, enlouquecida pelas ocorrências da vida.
Sou parte da terra, da natureza, de todos os bichos que me cercam, das árvores, da água, de cada pedra que forma aquele chão.
Meu coração é aquilo lá. Vida. Vida que brota de todas as partes, que nasce e renasce a todo instante.
Não me importo se as pessoas me rotulam quando digo do que eu gosto. Sou grande o bastante pra gostar de tudo o que me apetece a alma.
Vou colocar aqui uma musiquinha que expressa boa parte desse meu sentimento.

Moro num lugar
Numa casinha inocente do sertão
De fogo baixo aceso no fogão
Fogão à lenha ia
Tenho tudo aqui
Umas vaquinha leiteira, um burro bão
Uma baixada, ribeira e um violão
E umas galinhas.. ia
Tenho no quintal
Uns pés de fruta e de flor
E no meu peito por amor
Plantei alguém, plantei alguém
Que vida boa ou ou ou
Que vida boa
Sapo caiu na lagoa
Sou eu no caminho do meu sertão(refrão)
Vez e outra vou
Na venda do vilarejo pra comprar
Sal grosso, cravo e outras coisas que fartá
Marvada pinga ia
Pego meu burrão
Faço na estrada poeira levantar
Qualquer tristeza que for não vai passar
No mata-burro ai ia
Galopando vou
Depois da curva tem alguém
Que chamo sempre de meu bem
A me esperar, a me esperar

Ô, vidão...seria tão bom se pudéssemos viver com mais simplicidade...