23 dezembro 2009

É final de ano...


Toooooooodo mundo dando "Boas Festas". Que beleza, né?

E tooooodo ano eu sempre tenho que dissertar sobre a hipocrisia do ser humano, dessa coisa que só aparece no Natal, de falsidade.

Esse ano, não. Não quero falar sobre isso, não quero me sentir revoltada. Esse ano eu resolvi ser feliz com isso (ou apesar disso).

Esse ano ganhei presentes materiais e não materiais. Me sinto mais experiente, um pouco mais sábia, mais inteligente, mais interessante. Ganhei alguns defeitos também. Estou menos paciente, mais exigente, mais brava, mais inconformada, mais revoltada com as coisas erradas, o que me torna mais justa também.

Esse ano eu li mais, conversei mais, exercitei meu humor, meu sarcasmo, voltei para minha terapia. Me exercitei bem menos, comi muito mais. Engordei, óbvio!

Mas esse ano não me vi neurótica com o peso. Me aceito mais. Pondero mais as coisas. Se é de comer que eu gosto e os quilos a mais não afetam minha saúde, não vejo problema em cultivar minha pancinha.

Fui à mais restaurantes, fiz mais programas culturais. Fui à exposições, peças, ballet, cinemas. Conheci mais coisas novas.

Ganhei um noivo, algo que eu nunca imaginei ter. Eu que me achava tão moderna, me peguei noivando, marcando casamento, e na igreja!

Encontrei de novo o amor. De novo porque renovamos nosso pedido de namoro em todos os aniversários. E é sempre lindo!

Ganhei o cachorrinho que eu sempre quis! Nossa, que alegria me trouxe essa pequena Azeitona! É tudo o que eu sonhava mesmo. Alegre, esperta, inteligente e agora manda em todos os outros cães da casa! Amei!

As coisas materiais não vou ficar enumerando, não. Desnecessário. O que posso dizer é que sou uma pessoa muito feliz!!

Tantas coisas em um só ano, e eu ainda me sinto ansiosa por outras tantas que estão por vir...como pode caber tanta ansiedade dentro de uma pessoa só?

Bom, toda essa ladainha é para dizer que, apesar do mundo, apesar das pessoas, apesar dos contratempos, a vida vale a pena. Sempre!

Vou me juntar ao grupo dos carolas agora e desejar que todos tenham um Natal bem próximo daqueles de filmes felizes, com árvore de Natal, gente feliz, comida gostosa e amor, muito amor!

E que nosso próximo ano seja cheio de boas surpresas!!

HAPPY HOLIDAYS!!

Aloha! =]

22 dezembro 2009

Quebra-Nozes...



Eu e Chris estávamos outro dia conversando sobre listas de desejo. Sabe aquelas listinhas que a gente faz mentalmente, ou no diário, no blog, em um caderninho, enfim. Sabe?

Pois é, eu sou a menina das listinhas! Tenho listinhas de tudo na minha cabeça. E devo dizer que não sou apenas uma menina de listinhas, costumo realizar esses desejos.

E falando em realizar, ontem realizei mais um. Fui assistir ao ballet Quebra-Nozes.

Enquanto eu esperava, olhava o teatro, sentamos no balcão. Ah, eu sempre quis assistir um ballet, sentada no balcão, como naqueles filmes antigos, com as mulheres bem vestidas e tal.

É, a parte das pessoas bem vestidas a gente pula, porque ninguém estava com aqueles vestidos de assistir ópera, sabe? O traje de gala era calça jeans. Tudo bem, vai. Não se pode ter tudo.

Mas mesmo assim era lindo! As luzes, as pessoas entrando, procurando o melhor lugar, as crianças ansiosas e eu ali, mais ansiosa que elas.

As luzes começam a baixar, uma voz dá as instruções habituais de qualquer espetáculo. "Por favor, desliguem seus celulares e pagers." Será que as pessoas não ouvem direito? DES-LI-GUEM! Pois é, mas o sujeito ao meu lado não compreendeu direito a palavra, e a porcaria do celular dele tocou no meio de uma cena. Ai, que raiva!

A música começa. Meus olhos já começam a se encher de lágrimas, ficam brilhantes à espera dos bailarinos.
Acho que toda menina gosta de bailarinas, né? Mesmo que não dance, mas acho que a bailarina é um símbolo de meninas. Aqueles gestos delicados, aquele sorriso plácido, aquela pontinha de pé...que coisa bonita!

Começa de fato! Ué, não tem dança? Calma, é uma peça, ballet ou não. As pessoas não entram já rodopiando. Mas a minha ansiedade me fazia pensar assim.

As bailarinas até andando são bonitas, né? No palco, elas andam com o pezinho virado, uma graça só!

Vem o primeiro rodopio. Não sei o que me emociona tanto, se a música belíssima de Tchaikovsky ou a delicadeza daquela menina-bailarina, só sei que uma lágrima cai. Os olhos brilham. Chris percebe meu gesto bem discreto, a fim de enxugar o rosto, e sorri.

E a cada cena, mais emoção. Os olhos brilham cada vez mais, os pelos do braço arrepiam. Sinto o coração transbordando.

A música clássica é para mim um verdadeiro milagre. Sem emitir uma só palavra, ela é capaz de expressar mais sentimentos do que qualquer dicionário.
É como se cada instrumento tivesse um idioma próprio, e que não precisamos estudar para entender, basta deixar que o som entre pelos ouvidos e seja canalizado até o coração.

Fim do primeiro ato. Comentários gerais. Lóóóógico que eu e Chris tínhamos que alfinetar o sujeito do celular. Mas coitado, pode ter sido só um momento de distração, e ele esqueceu de desligar. Acontece com qualquer um.
Mas falamos mesmo é sobre isso, sobre esse fascínio, e de como tudo é tão bonito ali. É como se o mundo lá fora não existisse, apenas beleza, sensibilidade, sutileza, harmonia. É como se somente coisas belas existissem no mundo. Eu moraria ali.

Começa o segundo ato. O reino dos doces. Ah, ali as crianças se reconhecem. Mesmo pequenas, mesmo leigas, mesmo que não entendam nada de música, elas se reconhecem.
Lá embaixo, na primeira fila, uma pequena se encanta tanto, que fica em pé, imitando os movimentos da bailarina. Ela realiza meu desejo, que, graças à minha maturidade infeliz e os padrões de comportamento exigidos pela minha não tão tenra idade, não posso concretizar. Uma pena.
E a cada cena, onde nós, os adultos embasbacados, aplaudimos, as crianças nos seguem, mas com mais entusiasmo. E quando todos encerram seus aplausos, ainda se ouvem aquelas palminhas pequenas batendo fora do tempo. Quero dizer, fora do nosso tempo, né? Porque elas continuam gostando, e portanto, aplaudindo.

Não me canso de dizer o quanto tudo parecia irreal, de uma beleza que não estamos acostumados, infelizmente.

Fim do ato, fim do espetáculo. Não cansamos de aplaudir. E segundo Chris, ainda foi pouco. Aplaudiríamos ali a noite toda, se eles não precisassem descansar para enfrentar a segunda sessão.

Saímos daquele lindo teatro com vontade de rodopiar e cantarolar as músicas. Sentamos em um restaurante, e ainda extasiados, comentávamos sem parar. E namoramos, romanticamente, no restaurante onde comemoramos nosso noivado. Uma noite impecável, eu diria.

Na volta para casa, dentro do carro, me peguei pensando em como uma pessoa pode gostar de funk?
Só pode ser porque ela nunca ouviu Tchaikovsky, Beethoven, Mozart, Chopin.

Não sou conhecedora de quase nada, não tenho um ouvido super crítico. Mas tenho um coração, e ele sente a música. Será possível que alguém consegue sentir alguma coisa além de náuseas quando escuta Bonde das Popozudas?

Ah, meu Deus. Cada dia mais tenho a certeza de que não nasci na época certa. Ou são lembranças das minhas vidas passadas.

Ah, que saudades dos meus vestidões de ópera...

10 dezembro 2009

Sem saber o título...

Sei lá, ando injuriada, sabe?

Esses dias conversei com 3 pessoas que não conversava há muito tempo. Quer dizer, umas mais, outras menos, mas enfim, muito tempo.

Uma foi minha amiga de infância mesmo. Nos conhecemos quando tínhamos 6 anos. Melhores amiguinhas na escola, dividíamos até os amores, uma infância gostosa de ser lembrada. Recuperações de matemática, lanches na escola, tardes em casa, muito bom.
Conversamos de tempos em tempos, e sempre temos assunto para colocar em dia.
Hoje ela tem uma filha, de 10 anos, e que faz exatamente as mesmas coisas que nós. meu Deus...tempo malvado, não?
Pena é que nossos horários são sempre curtos, mas ela está a par do casório e está bem feliz com isso. Disse que faz questão de me ver na igreja de branquinho e tudo. Também faço questão absoluta dela!

Depois conversei com um amigo que foi amor. Amor de cursinho, época dura em que eu nem sabia direito o que queria, mas sabia quem gostava (rs...). Dividida entre amores, um na escola, outro no cursinho, e sabe mais quantos por aí pela vida, porque nessa idade a gente ama muita gente, né?
Ele sempre foi uma espécie de "guru veterinário", já que somos colegas de profissão, mas ele se formou bem antes de mim.
Também se casou, está à espera do primeiro filho, mas sabe quando já não existe aquela amizade?
Fiquei ali parada, olhando para a tela do computador, à espera da janelinha piscante do MSN, mas sentia nossa conversa um pouco distante. Acho que sua esposa não gosta muito dessa nossa proximidade, e uma vez até deu problema com relação à isso.
Enfim...as pessoas casam, optam por ter sua vida, e alguns amigos já não fazem mais parte dela, porque é assim que é.
Fiquei me sentindo um pouco triste. Entendo perfeitamente, claro. Se Chris também não gostasse de alguma amizade minha, eu tentaria persuadi-lo, mostrar que é a ele que amo, e se mesmo assim não resolvesse, eu optaria pelo meu companheiro, claro.
Mas fiquei triste em sabe que o ser humano é assim, restringe as amizades, e que nós temos mesmo que "peneirar" alguns amigos.

Depois conversei com outro amigo, alguém que adoro, gosto mesmo, de verdade. Alguém que muitas vezes me aconselhou, que esteve comigo, ainda que virtualmente. Mas nossas conversas eram tão profundas que eu era capaz de sentir sua respiração por perto.
Numa época diferente de hoje, nosso relacionamento chegou a ser uma coisa, digamos, apaixonada. Sentir falta de alguém que não se vê toda hora, que não se encontra, o verdadeiro significado de amor platônico da era tecnológica.
Foi amor, eu acredito que sim. Um amor diferente, estranho, bom como qualquer amor, mas com uma certa dose de "sofrimento" por estar longe. Um ano assim, sem conseguir se ver, se comunicar além do computador, poucas vezes por telefone ou mensagens de celular.
Até brigas existiram, daquelas de ficarmos dias sem conversar. E reconciliações. Mas nunca encontros reais.
Um dia meu príncipe apareceu. Não aceitei logo de cara, ele foi me conquistando. E quando vi, estava namorando.
Meu então platônico pretendente me culpa até hoje de não termos dado chance a nós dois, de não sabermos se iria dar certo ou não.
E eu fico ainda triste, porque perdi um amigo de quem gostava muito.
Sei que não daríamos certo, pelo simples fato de que nada deu certo para que nos uníssemos. Nós, o destino, o tempo, tivemos tudo para nos encontrarmos e isso não aconteceu. Não deu certo, de qualquer maneira.

Fico meio entristecida com as relações humanas. Tudo tão complexo e ao mesmo tempo tão simples.

Não sei porque me chateio, pra ser bem sincera. Mas me chateio.

Preciso voltar pra casa urgente. Meu cachorro não complica tanto meu coração.

21 novembro 2009

Eeeeeeeeee!

Agora sim o blog tá arrumado!!

Não ficou lindo??
Tudo graças ao meu querido amigo Rô! Ele que me socorre nessas questões de arrumações bloguísticas! hahaha...
Rô, desculpa ficar te alugando ontem, viu! Mas valeu a pena! Ficou lindão!

Dá até mais vontade de escrever!! hehehe...
Mas agora não. Chris tá aqui comigo no hotel, hoje é meu plantão e vou tomar café agora.

Quem sabe algum acontecimento de final de semana me inspira?

Aloha! =]

20 novembro 2009

Devaneios...

Estava aqui postando coisinhas no meu facebook, vendo vídeos de músicas que amo, lembrei da minha face cantora.

Sim, eu tenho uma face cantora. Não conhece? Tudo bem, quase ninguém conhece mesmo. Tem um registro acanhado aqui.

Nos meus sonhos secretos eu queria mesmo ser cantora. Gosto de cantar, assisto DVDs de shows e imagino a sensação que deve ser você estar diante de um dezenas de pessoas ali, esperando para ouvir sua voz, sua mensagem, o que você tem a mostrar.
Mas sou tímida, extremamente.

Chris reclama que nunca cantei pra ele. Nunca mesmo.

Adoraria fazer aulas de impostação de voz, violão, mas sou muito tímida para isso.

Aí você que é meu amigo, que me conhece, vai dizer: "hahaha...Fernanda, tímida??". É, sou sim, tá! E muito!
Tenho vergonha de cantar, talvez eu tenha medo de me mostrar ao mundo.
Mas me coço de vontade de cantarolar quando tem uma rodinha de violão, quando tem um karaokê, adooooro!

Quem sabe um dia, né?

Aloha!

13 novembro 2009

Sucks!

Não tô conseguindo arrumar meu blog! Ai, que raivaaaaaaaaaa!!!

06 novembro 2009

Moon river...



Cumprindo meu solitário ritual dos finais de tarde, estava assistindo um filme.

Uma pausa para discorrer sobre esse ritual. O bom dessa solidão é que tenho um tempo realmente só meu, em que posso me dar ao luxo de fazer coisas que provavelmente eu não faria se estivesse na companhia de mais alguém. Coisas que a Fernanda gosta de dividir com a Fernanda.

Um outro ponto positivo é que tenho tempo também de assistir todos os programas e filmes que gravo na TV (bendita seja a TV digital!).

Voltando ao início, enfim, reservei a tarde de ontem para estar em companhia de uma das minhas divas favoritas, Mrs. Audrey Hepburn.

Desde muito nova sempre fui fã de seu estilo, de sua elegância, de sua voz meiga e olhar doce. Adoraria ser aquela pessoa.

E mesmo admirando tanto, conhecendo um pouco de sua história, não sei porque nunca havia assistido "Bonequinha de Luxo". Um arrependimento eterno.

Mas como dizem que tudo acontece na hora certa, talvez só agora é que minha mente estivesse pronta para assimilar o filme.

Conhecia a história, já li inúmeras sinopses, tanto que conheci a Tiffany's devido ao título em inglês, "Breakfast at Tiffany's". E confesso que meu fascínio pela grife começou aí.

Sempre gostei de filmes antigos, de clássicos, gosto de tudo que é de bom gosto. Mas Bonequinha de Luxo tem realmente uma magia.

A voz de Audrey cantando "Moon River", sentada na janela, é algo que toca na alma. Como se a música penetrasse nos poros, no coração.

O jeito alegre, tagarela, meio displicente, o sorriso que esconde inquietações e a forma de esconder um desespero com esperanças me faz lembrar alguém.

A cena em que ela tem um surto ao saber da morte do irmão (única pessoa que ela verdadeiramente ama) realmente tem muito a ver com o momento em que essa pessoa a que me referi acima está passando.

Os relacionamentos conturbados que vive, na esperança de ser "alguém" na vida, também me lembra muitas coisas do passado.

Encontrar o amor de maneira despretensiosa, onde menos esperava, em alguém que estava em um relacionamento doentio, também me é familiar. E alguém que faz de tudo para que ela tenha uma peça da Tiffany's? É, realmente...

Mas nada me marcou mais que a cena onde ela simplesmente joga seu gato para fora do taxi, numa tentativa de livra-se de si mesma, como se estivesse jogando na sarjeta aquilo que ela realmente é, alguém precisando se assumir, se amar e se deixar amar.
O gato vai pelo beco, na chuva. E ela volta para buscá-lo, num desespero de resgatar a própria vida. E ela resgata. Ou é resgatada.

Uma linda cena de amor, com todos os elementos que mais gosto: um beijo de cinema, muita chuva e um gato no meio.

Terminando esse texto entendi porque nunca havia assistido antes. Meu filme ainda não estava pronto.

Hoje ele tem a atriz principal, seu par romântico...e um gato. Só agora estava pronta para saber o final do filme.

Holly Golightly. Prazer.

12 outubro 2009

Amor...

Não ando muito inspirada a falar de nada que não seja meu casamento.

Flores, decoração, buffet, vestido, rendas, sapatos, cabelos, daminha, igreja...bla bla bla...tudo muito chato para quem ão curte e não vai casar. Ou para os que casaram, de repente.

E realmente, não dá pra ficar espalhando e gritando aos quatro ventos essa felicidade toda para todas as pessoas do mundo porque é uma coisa até chata.
Lógico que ficamos felizes com a felicidade dos amigos, mas existe uma linha tênue que separa a felicidade da chatice.

Como eu disse, às vezes esse assunto não é tão bacana para casais já casados. Principalmente se existe algum desacerto entre eles.

Conversando com um amigão meu outro dia, ele solta a fatídica frase: "Vai casar mesmo? Pensou bem?"

Não, não é um corvo distribuindo mau agouro em relação ao meu enlace. É um amigo, pedindo ajuda, uma luz, uma idéia nova em relação ao próprio casamento.

Esse meu amigo é uma das pessoas mais românticas que já vi. Como eu digo, ele é um ursão, grande e assustador por fora, e uma verdadeira flor por dentro.
Chego a pensar que Shrek foi inspirado nele!
Pois então, ele é assim. E quando se apaixona é um dos corações mais inflamados que já vi.
Resumindo, não aguentava a saudade lhe apertando, a vontade de estar junto da pessoa 24h por dia, e resolveram juntar os sapatos (é, porque na verdade, ninguém junta escova de dente, vai...mas quando você vê que seu sapato está junto com os tênis dele, aí sim você casou!).

Tudo uma delícia, casinha nova, cidade nova, chamego aqui, carinho acolá, um filhinho no meio, pra deixar a relação "engraçadinha"...e se passam os dias.

Algo aconteceu e tudo mudou. O filho dela às vezes o incomoda, ela discorda, eles brigam. A vida já não é mais tão colorida como era no início. Veio a indiferença.

AH, meu deus! Prefiro mil vezes gritar, chorar, me descabelar, sofrer aqueles dramas dignos de novela mexicana do SBT, mas indiferença, não!
Acho que a indiferença é o fim de alguma coisa, o final do túnel, da ponte, do poço, sei lá. Mas é quando você já não guarda esforços para lutar. Você desistiu.
Quando ela reina, eu acredito que significa que você deve se olhar no espelho e redefinir estratégias.
Estratégias de vida mesmo.
A indiferença é o que mais fere a amor próprio de uma pessoa, quando não suga e extirpa esse amor.
E como você vai viver sem amar? O outro, não. Você mesmo.

Essa máxima chata de "é preciso amar a você mesmo antes de amar aos outros" é um clichezão dos mais batidos. Mas é também uma das coisas mais difíceis de se entender e assimilar.
Muitas vezes as pessoas passam o resto de suas vidas sem entender, mas repetem a frase sem entender bulhufas.
Zilhões de revistas exibem matérias, escritores lançam manuais, ganham rios de dinheiro com a auto ajuda, mas será que eles mesmos entendem??
E eu? Estou aqui falando, falei com meu amigo, e será que eu mesma sei e exerço isso tempo integral?
Sei que não. Me pego sofrendo às vezes por coisas inúteis, mas já melhorei bastante, posso afirmar.

E na verdade, se você parar para ser extremamente prático, amar a si mesmo é uma coisa relativamente simples.

O vermelho me faz mal.
Meu companheiro só usa vermelho.
Conversamos e ele se recusa a deixar de usar.
Isso é realmente relevante para mim, sim ou não?
Não: me acostumo e seguimos em frente.
Sim: não posso ficar com alguém que faz algo que me faz mal.

Simples, não? Seria...se não existisse outros sentimentos envolvidos.
Mas...e você? Você não é mais importante? Sua felicidade não deveria vir em primeiro lugar?
E a outra pessoa? Amá-la não significa também entender suas vontades? Não significa deixá-la livre para escolher o melhor caminho?

Foi exatamente isso que falei para ele quando conversamos. Acredito que os dois devem libertar-se mutuamente, para que não exista espinhos ferindo os dois, para que sobre algum respeito, alguma amizade, para que sobre algo de positivo de toda essa experiência que foi tão enriquecedora.

É difícil ser feliz. É bem mais fácil acostumar-se com a tristeza e usá-la como desculpa para não ir em frente.
Evoluir, buscar a própria felicidade é algo trabalhoso, exige escolhas, perdas.
Você não consegue lapidar um diamante sem retirar alguns pedaços.
Ou como dizem os mais velhos: "Não se consegue fazer um omelete sem quebrar os ovos."

Crescer, no sentido de se ampliar como ser humano, exige uma certa dose de esforço, não sofrimento. Porque não pode ser considerado sofrimento aquilo que nos leva à evolução, à busca do amor próprio.
Pelo menos eu acredito que não...

Aloha. =)

16 setembro 2009

Blog novo!

Tô com um blog novo!

http://confissoesdeumabridezilla.blogspot.com

=]

21 agosto 2009

19 agosto 2009

All we need is love...

Sabe quando você tem vontade de gritar, ecsrever, publicar, falar bem alto, sei lá...expressar de alguma forma como você está se sentindo??
É...acordei assim hoje...
E a culpa é do Chris!
Como é que pode existir alguém tão fofo, tão master-blaster-mega-ultra fofo, carinhoso, dengoso, querido, gostoso e chameguento nesse mundo??
Estou até estranhando, porque geralmente eu costumo enjoar dos meus affairs relativamente rápido, com mais ou menos 6, 7 meses já não estou mais achando a mesma graça. Começo a ver mais os defeitos do que as qualidades, começo a enjoar mesmo.
Com ele, não. Tudo é diferente!
Amo, amo, amo tudo nele!!
É cheeeio de defeitos, isso é verdade. E mesmo assim ele consegue me olhar de um jeito que me faz esquecer toooodos eles.
Acabou de me ligar, me liga todos os dias assim que acorda, na cama ainda. E fala com aquela voz de sono, todo gostoso debaixo do cobertor, cheio de preguiça só pra me dar "bom dia".
A essa altura eu já estou no trabalho há pelo menos 1 hora. E mesmo assim nem ligo! Ele faz tudo valer a pena!
O casamento se aproxima. Não vemos a hora de morarmos na mesma casa, trocar a aliança da mão direita pra esquerda, ficarmos juntos.

E mesmo com a minha cabeça prática, com toda minha bagagem de histórias amorosas, com toda malícia de vida, ainda acredito no meu ídolo John Lennon: All we need is LOVE!

Que o mundo encontre o amor!!!

Aloha!

18 agosto 2009

Sonhos


Você já teve que abdicar de um sonho?
Não, não me refiro a deixar de comprar um sonho de creme por um de doce de leite. Me refiro a sonhar, desejar, almejar, lutar para que aquilo aocnteça, e quando finalmente acontece, você tem que abrir mão em prol de algo maior.
Desde ontem minha cabeça gira, choro, meu coração até dói um pouco. Mas para realizar outro sonho, maior até que esse, terei que dizer "não".
Talvez o "não" mais difícil de toda minha vida. Um "não" para tudo o que desejei ainda nova, que desejei até ano passado, que sonhei inúmeras vezes, que lutei para conseguir, que me esforcei. Ma um "não" que significa um imenso "sim" para meu futuro, para os meus valores, meus princípios, que são as coisas que mais prezo em minha vida.
Hoje uma palavra me machuca para que outra venha me curar.

Porém mesmo sabendo disso tudo...como é difícil abdicar de um sonho...meu Deus...

09 agosto 2009

Pais...

Não sei se o pai tem papéis diferentes na vida de filhos e filhas. Quero dizer, se ele representa coisas diferentes para meninos e meninas. Só posso falar sobre o que meu pai representa para mim.
Sou menina, apesar do jeito às vezes de moleque. E sou assim justamente devido a ele.
Quando mamãe percebeu que algo nãoe stava muito certo dentro dela, já era tarde. Lá estava eu, um ser estranho, quase que uma minhoquinha, se desenvolvendo dentro do seu ventre.
Não sei como foi a reação, mas se bem conheço meu pai, ele deve ter se apavorado por dentro, mas mostrou a maior calma por fora.
Meu pai sempre tem solução para tudo!
O mundo pode estar caindo, que ele vem sempre com alguma solução. E geralmente essas soluções dão certo, e quando dão, ele vem com aquela cara de sarrista dele e ainda ri da nossa cara de preocupado. "Mas vocês são mole mesmo...". Assim mesmo, verbo no plural, substantivo no singular, o jeito peculiar dele de falar.
Mas voltando à saga do meu crescimento no ventre de minha mamis. Então, ele deve ter olhado para a cara de mamãe e dito: "É, agora temos que cuidar desse bichinho aí!".
E os dois devem ter trabalhado como loucos, pensando em como seria a minha chegada, a chegada do filhote deles.
Eu disse "filhote"? Sim, filhote, e macho ainda. Porque meu pai, como bom machista, achava que teria um primogênitO e nunca uma primogênitA.
Eita, lascou-se! Nasci! Uma menina! Cabeçuuuuuuda como ela só, mas engraçadinha.
Acho que na hora em que minha mãe voltou para casa comigo nos braços (porque meu pai estava trabalhando quando nasci, e naquela época não havia essa moleza toda de licença-paternidade), ele deve ter olhado e pensado: "É...já que não deu, vamos ver como essa baixinha se vira.".
E assim cheguei e cresci, meio como um menino. Joguei bola, brinquei de carrinho, usei cabelinho de cuia e vesti macacãozinho do tricolor.
É, porque entre as milhares de coisas que meu pai me ensinou, uma das melhores foi ser são-paulina até o último fio de cabelo! Sempre tricolor!
Aprendi tantas coisas que me perco até para enumerar.
Aprendi que pai faz um churrasco maravilhoso, muito melhor que qualquer churrascaria.
Aprendi que pai briga feio para que a gente possa crescer decentemente.
Aprendi que quando ele fazia aquela cara feia para mim, não era para me deixar triste, e sim para que eu não saísse de casa com aquela roupa curta, com aquela pessoa estranha, com amigos interesseiros, brigada com minha mãe, ou qualquer outro motivo tosco de adolescente.
Aprendi que quando ele me castigava por não saber matemática, era para me ensinar que na vida eu teria muitas contas a acertar. Mas essa realmente não deu muito certo, pois ainda não sei tabuada.
Aprendi que quando ele não dava muita bola para um namorado meu era porque o cara realmente não merecia. E como demorei a entender isso.
Aprendi que quando ele não me deixava viajar, não era para me afastar das amigas, e sim porque se preocupava de verdade comigo.
Aprendi que o importante não é ter as coisas para ostentar, e sim merecê-las.
Aprendi que por mais que a gente critique e não entenda os pais, um dia nos veremos fazendo exatamente as mesmas coisas que eles.

Eu aprendi que quando tiver meus filhos, vou fazer tudo mais ou menos igual. Tirando a parte do castigo na tabuada. rs...

Meu pai, assim como quase todos os pais, é o melhor pai do mundo. Simplesmente porque é O MEU!!!

Feliz Dia dos Papis para todos que são e que serão!!

Aloha! =]

06 agosto 2009

Felicidade...



Sabe o que é felicidade?

É ter um amor.
Ter uma família.
Ter bichos de estimação.
É comer bolo de cenoura.
É ver meu time se reerguendo e metendo 3 a 1 no adversário.
E melhor...é ver o Curintia PERDER mais uma!! hahaha...

Créditos para Kibeloco.

22 julho 2009

Obrigada, Vi...


Ele nasceu aqui. Era uma pequena bolinha preta e peluda, fofo como ele só.
Aquela carinha meio amassada dos filhotes quando nascem me fazia quase chorar de alegria.

E o cheirinho da boquinha? Ah, quem não conhece o que estou falando não sabe o quanto é gostoso aquele bafinho de leite do pequeninos.

A mãe parecia uma leitoa, de tão gorda e forte. Tinha bastante leite, era muito carinhosa com todos, mas ainda era uma criançona. Gostava de brincar.

Os dias com esses filhotes eram felizes. Chorinhos, mamadas, grunhidos. O abrir dos olhinhos depois de 10 dias, a primeira papinha, os dentinhos, as brincadeiras entre irmãos. Tudo o que eles faziam era fofo.

Sou muito suspeita para descrever filhotes porque sou uma apaixonada por eles. Amo, amo, amo tudo o que diz respeito à filhotes! Não existem pessoas loucas por bebês? Pois bem, eu sou louca por filhotes!
Filhotes me fazem sentir viva, me fazem ver e entender cada vez mais um pouquinho o milagre da vida.

Veio o primeiro probleminha de saúde, uma parvovirose que não estava programada.
Toda a ninhada ficou muito doente, mas cada um já estava com donos diferentes. Os meus também pegaram e ficaram internados na clínica onde eu estagiava.

Ficamos com 2 filhotes, e ambos ficaram sob meus cuidados, nessa clínica. Eu cuidava, ficava com eles, quase já nem estagiava mais. Trabalhava para custear o tratamento deles.

Mas Dr. Rogério, um dos meus mestres, sempre foi uma pessoa boa, nunca me cobrou nada. O que acho um absurdo, pois sei o quanto ele trabalha. Mas sabe como são as pessoas boas, não é?

Meus bebês ficaram bem. Saíram de lá, voltaram para casa, saltitantes. Ganharam os nomes de Viola e Rincón (sem preconceitos, por favor!).
Os dois viveram juntos por muitos anos. Ficaram aqui em casa, depois foram para o sítio, eram nossos guardas de confiança. Rincón tinha uma carinha mais preta, um olhar mais bravo, mas quando abanava aquele cotoco de rabo, já não restava dúvidas de que era um bom cão.

Já Viola era um exímio exemplar da raça. Cabeçudo, forte, de estrutura bem formada. Ambos eram assim, mas Viola sempre foi meu preferido, pois tinha um olhar firme, mas ao mesmo tempo, muito doce. Gostava da vida.

Um dia foram separados. Rincón foi para a casa de um amigo do meu pai que gostava muito dele. E Vi ficou.

Ficava preso na corrente, para guardar a represa, ou a casa, pois não podíamos deixá-lo solto, já que cães de guarda não combinam muito com ovelhas em sistema extensivo de criação.

Vê-lo preso me cortava o coração, mas ele sempre esteve ali, com aquela carinha boa, doce, e mesmo com todo esse tamanho, ele nunca esquecia que era no meu colo que dormia quando era filhote. Teimava em subir sobre mim diversas vezes, e eu aguentava. Não gostava de contrariar meu "filho".

Apesar de todo o peso eu não ligava, deixava ele subir no meu colo. Eu me sentava no chão e deixava ele deitar sobre minhas pernas. Ele fazia aquela festa, lambia meu rosto e deitava sua cabeça sobre mim, como um imenso filhote. E isso me fazia feliz.
O tempo passou, como passa para todo mundo. Quando Vi nasceu eu era apenas uma estudante de veterinária, que o via raramente pois morava fora. Não me lembro ao certo o ano, só me lembro que tinha acabado de entrar na faculdade. Deve ter sido em meados de 1997, 1998.

Quanto tempo se passou. E por negligência e ignorância, ele adoeceu. Não sabem o quanto isso me revolta, quantas brigas, quanto desgaste. Enfim, só quem está muito próximo sabe o que passei.

Meu bebê adoeceu e veio para cá, para que eu cuidasse dele. Mas já era muito tarde.
A doença avançou rapidamente e, apesar de tentar por uma semana, todos os métodos possíveis, era tarde demais.

Na noite de 20/07 como de costume, estava com ele, tentando fazê-lo beber um pouco d'água, alimentar, dando remédios e conversando, fazendo carinho. Ver aquele gigante em decúbito, tão debilitado, me fazia chorar muito.

A solução seria a que mais evito, a eutanásia. Depois de pensar muito a respeito, de chorar horrores, decidi que seria assim. Na segunda mesmo não consegui o anestésico necessário, então adiei por mais um dia e decidi conversar com Viola primeiro, explicar-lhe o que iria acontecer.

Então na segunda à noite conversamos. Ou melhor, ele só me ouviu com muita atenção, pois estava bastante cansado. Expliquei-lhe que seria melhor e nauqela noite chorei muito. Pedi que São Francisco de Assis o levasse logo, e disse também ao Vi que ele poderia ir, que eu o estava prendendo aqui e que eu prometia não ficar muito triste com a partida dele pois eu sabia que seria melhor.

Sei que muita gente está me achando louca nesse momento, mas não me importo.
Parece que realmente São Francisco estava ali, do meu lado. E parece que o Vi entendeu também tudo o que eu disse, pois exatamente no meio dessa terça-feira, ele descansou. Quando cheguei para vê-lo, estava lá, aquele corpão preto, sem vida. Ainda estava morninho, sinal de que não fazia muito tempo da sua partida. Mas até nesse momento ele foi um cão perfeito, e me poupou de tê-lo que sacrificar.
Ali chorei. Chorei muito. Tentei segurar ao máximo, mas algumas lágrimas escorreram.
Retirei meu escapulário do pescoço dele, tirei a coleira, e guardei. Rezei também nesse momento, agradecendo pelo seu descanso.
Ele foi enterrado em minha casa, pertinho de mim.

Esse texto é para homenageá-lo, eternizá-lo de alguma forma, mas é também um pedido de desculpas. Desculpas por eu ter sido egoísta, por não ter conseguido salvá-lo, por não estar ao seu lado no momento da partida, e por descumprir nosso acordo.

Vi, sempre amei você e sempre amarei. Desculpe-me por descumpri nosso trato. As lágrimas caem e a tristeza me habita, ainda que não seja o que eu te prometi. Mas obrigada por ter sido perfeito durante toda sua vida, meu eterno bebê.

Quem ama um animal de estimação, sabe como me sinto. E aos que evitam ter por não querer passar por essa dor, saibam que não existe nada mais bonito e mais sublime do que o amor que recebemos desses seres. Deixar de tê-los por medo de perdê-los é não saber sentir o amor na sua forma mais pura.



Um aloha triste. Mas um aloha. =)

20 julho 2009

Feliz Dia do Amigo!

E lá vem maaaais uma data comercial...Dia do Amigo.

Essa data já existe há milhares de anos, pelo menos me lembro sempre daquela agendinha azul do Madre Paula e lá constava o dia 20 de julho como dia do amigo. Eu até me perguntava pra que servia um dia do amigo em julho, já que era férias e não víamos os amigos nas férias.

Acho que eu me esqueci que adultos também tem amigos, e depois que a gente cresce não se tem mais férias em julho. Mesmo porque é muito frio e os preços de hotéis são bem mais caros!

Mas hoje então é Dia do Amigo, e resolveram agora divulgar isso. Campanha de cerveja, anúncio de notebooks, celulares. Tem amigos que dão isso de presente? Opa! Tô aqui carente então, doooida pra fazer essas amizades"! hahaha...

Tirando a palhaçada de lado, já que resolveram falar sobre isso, vim falar também.

Dia do Amigo. Gostaria de estar no meio deles hoje. E coincidentemente ontem tive que fazer uma aparição relâmpago na cidade que tanto amo, e onde estão grande parte dos meus melhores amigos. Senti tanta saudade, um aperto no coração...saudades dos amigos de lá.

Gostaria de poder ficar com todos os meus amigos hoje, fazer uma grande festa, olhar pra carinha de cada um e agradecer por serem MEUS AMIGOS.

Amigos para rirem de piadas minhas, que me acham engraçada, que tem a língua ferina como a minha (hahaha...), amigos para falar mal de algumas pessoas (hahahaha...), amigos pra falar bem, amigos de abraçar, de beijar apertado, de beber com o Yoda, amigos que adotaram meu amor como amigo, amigos dos meus amigos que acabaram virando meus amigos também, amigos que me deram abrigo, que me estenderam a mão, que foram comigo comprar meu carro, que foram comigo comprar roupitchas, que eu fui acompanhar a um enterro, amigos que já se foram, amigos de afanar cigarros, amigos de parar de fumar, de arrumar o cabelo, de desarrumar o cabelo, de bagunçar no cinema, de pagar o jantar, de fazer meu almoço, de me acompanhar ao hospital, de me levar pra viajar, de passar Ano Novo, de passar Natal, aniversários, noivado, de segurar minha mão quando tive medo, de levantar minha auto-estima, de trabalhar comigo, de ajudar a vencer...enfim...de me fazer quem sou!

Aos meus amigos, um beijo do tamanho do meu amor por vocês!!

E FELIZ DIA DO AMIGO!!

Aloha! =D

13 julho 2009

ProBem

Você já conhece o ProBem de Cães e Gatos da Prefeitura de São Paulo??

Não é nada que devemos elogiar, afinal, é uma obrigação da Prefietura. Mas vendo os valores, os princípios, vendo as coisas como estão, poderia nem estar sendo feito, né?

Por isso vim falar disso, porque achei bem bacana, o site é bonito, bem educativo, é legal de mostrar até para as crianças. E lá você encontra as fotos dos animaizinhos disponíveis para adoção. Quem sabe não se apaixona pela net?

Acessa lá, mostre para todos, incentive!

As autoridades já não fazem muita coisa, se cada vez que eles fizerem não surtir resultado, aí é q eles têm desculpa para não fazer meeeeesmo!

Aloha!

Weekend...or...

Por que "fim" de semana? A minha semana começa justamente no sábado e no domingo, porque são os dias em que faço o que quero, vejo quem quero, como o que quero.
A semana em si é obrigação! rs...

Nesse final de semana fiz algo que estava me devendo há algum tempo: fiquei sem fazer nada!

Sabe quando você acorda sem se preocupar com a hora, não sabe nem que horas vai almoçar, não tem compromisso com nada?

E ainda fui premiada com uma chuvinha deliciosa! Ai, que começo de semana!!

Ficar o dia todo nos braços do homem que amo, cozinhar para ele, ver filmes e mais filmes, pipoca, chocolates, beijinhos, adormecer no colo...ai, ai...
E pra coroar, ainda ganhar um jantar delicioso!! Já falei que vou casar com ele porque ele cozinha bem? hahaha...

É...meu começo de semana foi assim mesmo. Beeeem difícil!

Aloha!

=]

10 julho 2009

Clipezinho...

Muitos podem achar que sou uma mulherzinha sem assunto, sem mais p$%#@ nenhuma na vida pra fazer etc etc etc...

Não ligo muito para o que podem estar pensando, mas sinto vontade de me explicar.

Só falo desse noivado, só coloco fotos dele, vídeo, parece que meu único assunto é esse. Mas não é. Não é isso simplesmente, falar de um noivado, como outros tantos por aí.

Primeiro, não é igual aos outros, porque é meu, é único. Cada noivado é único. Segundo, não é o noivado em si, mas sim o que isso representa.

Em quantas festas de noivado você já foi? Pelo menos eu fui em apenas uma.

Isso é uma coisa meio fora de moda, chega a ser piegas. E concordo. É piegas mesmo. Mas alguém já disse que o amor é brega. Aliás, vou mais longe, qualquer tipo de demonstração pública de afeto é piegas. E é lindo! Porque não existe nada mais bonito do que você expressar seu amor, seu carinho, expressar seu desejo sincero de se dedicar à fazer um relacionamento dar certo, com todos os prós e contras que isso acarreta.

Por que devemos nos expressar somente para xingar, brigar, agredir, fazer valer nossos direitos?

Pois eu EXIJO o meu direito. Direito de amar, de ser apaixonada, de dizer o quanto amo uma pessoa especial!

Então, já que estou aqui fazendo valer esse meu direito, fiz mais uma demonstração! hahaha...
É só um clipezinho de momentos bacanas, ao som de uma música que acho muito especial. Especial porque diz simplesmente tudo o que ele representa para mim, e também pela voz suave e o timbre gostoso da Luiza Possi. Adorei fazer, adorei assistir...e chorei de novo! rs...

Aloha! =]

07 julho 2009

Imagens que comprovam

Foi tudo tão rápido e eu não tinha idéia de como tinha sido. Só agora vi o vídeo! Não sei se rio ou se choro! hahaha... Para mim foi divertido, engraçado, espontâneo enfim...feliz! A minha cara e do Chris!

01 julho 2009

Mais fotinhos...

Hora de fazer pedido...

Devidamente aliançados!

Eeeeee...desencalhamos!

Olha os pescocinhos de tartaruga...

Ai, q emoção...

Fotinhos!

Ai, Senhor, ele lembrou das alianças...

Nooossa...

Uuuuhhh... (imitando Marco Luque...hahaha...)

Ninguém percebeu, mas ele estava fazendo um esforço imenso pra segurar a rolha...

Fotos...

Preparação para o brinde...



Ô, carninha booooa...

Xis!

Mais fotos...

Nem acredito que ocêis vieram!

Obrigada, amigos!

Beijo no noivo mais lindo do mundo!

Olha a vó dançando!

Ê dança, hein!

29 junho 2009

Fotinhos!

Má e Vini...
Tias e prima...
Faz careta pra Natalia, faz!

Minha sobrinha é quase um Duran! =S

Não tô dizendo?

Fotos!

Yasmin...
Tio Idislécio (rs...)
Tia Márcia...
Paty...
Nana gorda da tia...

Maaaais fotos...rs...

Paty e Nana...
Que beijinho doooceeee...
Momento único...
Fez o pedido, amor?
Nossa cara, não?

Mais fotos...ufa...




Mais fotinhos...