Seres humanos são difíceis.
Aprendi que ser feliz é muito mais difícil que ser triste.
Quando se é extremamente feliz, não se tem problemas para nos servir de muletas. Não temos onde apoiar nossos defeitos e falhas, e, portanto, ficamos expostas frente à frente às nossas frustrações. E isso é difícil.
Por isso ser feliz é tarefa para poucos. E para inteligentes.
A felicidade não é democrática, não é para todos. Ela somente se mostra aos inteligentes, aos que se colocam à disposição de seus ensinamentos.
A felicidade não é medíocre, não é tola. Não suporta a leviandade.
A verdadeira felicidade é um artigo de luxo. Ela só é permitida aos que se dedicam a ela e a entendê-la. São privilegiados os que a entendem e a recebem de braços abertos.
E para tê-la por perto não é necessário faculdade, nem instrução. Somente é necessário ter um coração inteligente. Um coração que aceite ser feliz, na sua forma mais sublime.
Aceite. Simplesmente aceite.
A felicidade pede pra estar entre nós. E talvez estejamos batendo a porta em sua cara redonda e amarela.
Já dizia o poeta: “É melhor ser alegre que ser triste/Alegria é a melhor coisa que existe...”
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