Chorei como se tudo o que estivesse a frente dos meus olhos fosse, no fim das contas, uma imensa metáfora da minha própria vida. E da vida de meus amigos, minha família, de todos os que conheço.
Assisti a representação de tudo o que eu imaginava ser, entendi o que sempre esteve dentro de mim.
E não foi tudo com nas novelas de Manoel carlos, com todo mundo grávido e casando. Foi bonito, sublime, simbólico, primoroso. Como é a vida, no final das contas.
Ainda choro pensando na última cena. E ver Vincent novamente...ah, não haveria fim melhor para uma apaixonada por cães.
Jack foi meu companheiro por 6 anos, foi o homem dos meus sonhos. Hurley foi quem eu sempre achei que seria, o mais sábio de todos. Desmond, a chave. Sawyer, um adorado romântico escondido numa casca. E eu fui Kate. Por 6 anos.
Jack ontem partiu meu coração ao fechar seus belos olhos. Mas me mostrou que, apesar do fim ser inevitável, ainda assim é belo. Melancólico, como eu, e belo.
E como Christian Shephard nos aconselha: Let's move on...

Belíssima montagem tirada do blog Trabalho Sujo.
Dude, we are not LOST.
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